Podemos considerar 3 tipos básicos de encarnação:
1- Encarnação Voluntária: (Livre)- É apanágio de Espíritos redimidos. Grandes missionários que vêm à Terra em tarefa de valor incontestável. Possuem liberdade de escolha muito grande, pois eles mesmo determinam as tarefas a serem desenvolvidas, o local onde vão nascer, os pais e as diversas situações de sua existência. Muito raras são essas encarnações;
2- Encarnação Semi-Voluntária: (Proposta)- Leva em conta o livre-arbítrio relativo de que dispõe o Espírito; mentores estudam seus débitos e méritos, programando, em seguida, os principais acontecimentos da próxima existência na carne, tendo em vista a liquidação ou minoração de dívidas e as possibilidades de progresso. Mas isto não é imposto, podendo o indivíduo discutir certas questões e propor alterações, que serão aceitas ou não. É a modalidade de muitos de nós, dotados de suficiente acuidade mental no espaço para discernir o que é interesse genuíno e o que é ilusão, na vida terrena;
3- Encarnação Compulsória:- É aquela que colhe o Espírito sem prévia concordância dele e até sem o seu conhecimento. É por sua índole, própria dos Espíritos cujo grau de perturbação impede análise lúcida da situação ou cujas faltas são tão graves que anulam a liberdade de escolha. É uma imposição feita pela Lei para atender a casos cuja recuperação exige longas expiações. Os arranjos reencarnatórios são feitos por entidades amigas de condição evolutiva superior que preparam todos os detalhes daquela nova existência.
O processo de reencarnação compulsória, na realidade, dispensa a atuação direta de técnicos da espiritualidade.
Tudo pode desenrolar-se naturalmente, obedecendo aos impositivos do automatismo que rege a encarnação dos seres.
Evolução em Dois Mundos - cap XIX, André Luíz diz:
"Os Espíritos categoricamente inferiores, na maioria das ocasiões, padecendo monoideísmo tiranizante, entram em simbiose fluídica com as organizações femininas a que se agregam, sendo inelutavelmente atraídos ao vaso uterino, em circunstâncias adequadas, para a reencarnação que lhes toca, em moldes inteiramente dependentes da hereditariedade."
Importa, entretanto, considerar que, mesmo nesses casos, a entidade reencarnante sofre supervisão atenta, mesmo que a distância, de Espíritos superiores, responsáveis pelo destino da Terra. A esse respeito Manoel Philomeno de Miranda Painéis da Obsessão esclarece:
Cada criatura recebe de acordo com as necessidades da própria evolução.
Merece todavia, considerar que existência alguma se encontra ao azar, distante de carinhosa ajuda e de socorros providenciais. Da mesma forma que a faixa mais larga da reencarnações ocorre através de fenômenos automatistas, numa programática coletiva, esta não se dá sem que os superiores encarregados dos renascimentos, na Terra, tomem cuidadoso conhecimento."
Com relação aos Espíritos vinculados ao planeta Terra, informa-nos André Luiz, que a maioria deles reencarna-se de forma compulsória.
fonte: http://www.forumespirita.net/
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
terça-feira, 3 de setembro de 2013
AS COMUNICAÇÕES ESPÍRITAS
Por todos os recantos da Terra, fazem-se ouvir, nos tempos que correm, as vazes dos Espíritos que, na sua infatigável atividade, conduzem a luz da verdade a todos os ambientes, dosando as suas lições segundo o grau de perceptibilidade daqueles que as recebem.
Os ensinamentos do Espaço pululam nas escolas, nos templos, nas oficinas e, aos poucos, ides compreendendo a comunhão do orbe terráqueo com os planos invisíveis. O Espiritismo tem doutrinado convenientemente a Fé e a Ciência, preparando-as para os esponsais do porvir.
Se é verdade que a tibieza de alguns trabalhadores, obcecados pelos preconceitos, tem entravado a marcha da doutrina consoladora, devemos reconhecer que muitas mentalidades, saturadas de suas claridades benditas, têm concorrido com os melhores esforços da sua existência em favor da propagação dos seus salutares princípios, desobrigando-se nobre-mente dos seus deveres para com a bondade divina.
O MEDIUNISMO
Vários autores não têm visto, na extensa bibliografia dos escritores mediúnicos, senão reflexos da alma dos médiuns, emersões da subconsciência, que impelem os mais honestos a involuntárias mistificações.
Excetuando-se alguns casos esporádicos, em que abundam os elementos prestantes à identificação, as mensagens mediúnicas são repositórios de advertências morais, cuja repetição se lhes afigura soporífera. Todavia, erram os que formulam semelhantes juízos.
Diminuta é a percentagem dos intrínsecos, já que todo o mediunismo, ainda que na materialização e no automatismo perfeitos, se baseia no Espiritismo e Animismo conjugados.
A COMUNHÃO DOS DOIS MUNDOS
Os desencarnados não podem imiscuir-se na vida material com a plenitude das faculdades readquiridas e o médium, por sua vez, freqüentemente, em vista das suas condições e circunstâncias, está impossibilitado de corresponder à potencialidade vibratória daqueles que o procuram para veicular o seu pensamento.
A alma, emancipada dos liames terrestres, integra a comunidade do outro mundo, que não é o da carne, e, daí, a necessidade imprescindível de submeter-se às condições de ordem material para se manifestar; esse fato constitui uma dificuldade extraordinária à consciência depurada, que já desferiu o voo altíssimo aos denominados planos felizes do Universo, dificuldade que essa adaptação à materialidade implica.
A comunhão dos dois mundos, o físico e o invisível, está, pois, baseada nos mais sutis elementos de ordem espiritual.
Por essa razão, as luminosas mensagens dos grandes mentores da Humanidade são inspiradas aos seres terrenos através de processos inacessíveis ao seu entendimento atual, e a maioria das entidades comunicantes são verdadeiros homens comuns, relativos e falhos, porquanto são almas que conservam, às vezes integralmente, o seu corpo somático e cujo habitat é o próprio orbe que lhes guarda os despojos e as vastas zonas dos espaços que o cercam, atmosferas do próprio planeta, que poderíamos classificar de colônias terrenas nos planos da erraticidade.
Ai se congregam os seres afins e, nesse meio, vivem e operam muitas elites espirituais, constituídas por Espíritos benignos, mas não aperfeiçoados, os quais, sob ordens superiores, laboram pelo seu próprio adiantamento e a prol da evolução humana, volvendo novamente à carne ou trabalhando pelo progresso no seio das coletividades terrestres.
O QUE REPRESENTAM AS COMUNICAÇÕES
Dos motivos expostos, infere-se que a suposta vulgaridade dos ditados mediúnicos é um fato naturalismo, porque emanam das almas dos próprios homens da Terra, imbuídos de gosto pessoal, já que o corpo das suas impressões persiste com precisão matemática, e somente os séculos, com o seu conseqüente aglomerado de experiências, conseguem modificar as disposições cármicas ou perispirituais de cada indivíduo. Procuram agir no plano físico unicamente para demonstração da sobrevivência além da morte, levantando os ânimos enfraquecidos, porque dilatam os horizontes da fé e da esperança no futuro, porém, jamais serão portadores da palavra suprema do progresso, não só porque a sua sabedoria é igualmente relativa, como também porque viriam anular o valor da iniciativa pessoal e a insofismável realidade do arbítrio humano.
OS PLANOS DA EVOLUÇÃO
Assim como o Infinito é uma lei para os estados das consciências, temos o infinito de planos no Universo e todos os planos se interpenetram, dentro da maravilhosa lei de solidariedade; cada plano recebe, daquele que lhe é superior, apenas o bastante ao seu estado evolutivo, sendo de efeito contraproducente ministrar-lhe conhecimentos que não poderia suportar.
A evolução, sob todos os seus aspectos, deve ser procurada com afinco, pois é dentro dessa aspiração que vemos a verdade da afirmação evangélica – “a quem mais tiver, mais será dado”. '
À medida que o homem progride moralmente, mais se aperfeiçoará o processo da sua comunhão com os planos invisíveis que lhe são superiores.
Extraído do livro: Dissertações Mediúnicas sobre importante questões
que preocupam a humanidade
Psicografado por Francisco Cândido Xavier - ditado pelo espírito Emmanuel
CARTA ÀS FAMÍLIAS
É certo que, sobre a Terra
Nas lutas de expiação,
Muita vez, o lar se forma
Para a dor da redenção.
Por vezes, os inimigos
Das existências passadas
Recebem o mesmo sangue
Em lutas amarguradas.
É o resgate doloroso,
A algema que, no futuro,
Transforma o ódio tigrino
Em tesouros do amor puro.
Eis aí porque, não raro,
Nessa prova que redime,
Irmãos surgem contra irmãos,
Raiando até pelo crime.
Mas a dor, a grande dor
Que reforma toda a gente,
Recolhe-os no seu regaço,
Fraterniza-os novamente.
Por essa razão, amigos,
Todo o ensino em substância,
É que a paz do lar terrestre
Depende da tolerância.
Falando em particular,
Peço-te, pois, meu irmão,
Que faças de tua casa
O instituto da afeição.
Não te esqueças que em família
A mais santa autoridade
É a que nasce da energia
Que não desdenha a bondade.
A fim de seres ouvido,
Recorda que o verbo dar
Na caravana efetiva
Precede o verbo ensinar.
Jamais te queixes dos teus,
Seja em qualquer confidência.
Muita vez, nos desabafos,
Há muitas maledicência.
Sem que repartas no mundo
A fé e o amor com os teus,
Não pode dar no caminho
Os sublimes dons de Deus.
Há lutas em tua casa,
Atritos e desavenças?
Isso é a sombra em que se prova
A claridade da crença.
Na noite de cada dia,
Nas luzes das orações,
Envia a Deus os apelos
De tuas inquietações.
Quanto ao mais, teu sacrifício
É a santa expressão de dor,
Purificando a família
No plano eterno do Amor.
Extraído do livro Cartas do Evangelho
Psicografado por Francisco Cândido Xavier - ditado pelo espírito Casimiro Cunha
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
COMPANHEIRO EM LUTA
A fase terminal de nossas tarefas, na noite de 12 de agosto de 1954, trouxe-nos à presença antigo companheiro de lides espíritas em Belo Horizonte, que passaremos a nomear simplesmente por Irmão Lima, já que o respeito fraternal nos impede Identificá-lo plenamente.
Lima, que era pai de família exemplar, desfrutava excelente posição social e, por muitos anos, exerceu os dons mediúnicos de que era portador em ambientes íntimos. Em 1949, como que minado por invencível esgotamento, suicidou-se sem razões plausíveis, trazendo, com isso, dolorosa surpresa a todos os seus amigos.
Na noite a que nos referimos, naturalmente trazido por Amigos Espirituais, utilizou-se das faculdades psicofônicas do médium e ofertou-nos o relato de sua história comovente, que constitui para nós todos uma advertência preciosa.
Venho da escura região dos mortos-vivos, à maneira de muitos vivos-mortos que se agitam na Terra.
O Espiritismo foi minha grande oportunidade.
Fui médium.
Doutrinei.
Contribuí para que irmãos sofredores e transviados recebessem uma luz para o caminho.
Recolhi as instruções dos mestres da sabedoria e tentei acomodar-me com as verdades que são hoje o vosso mais alto patrimônio espiritual.
Fui consolado e consolei.
Doentes, enfraquecidos, desesperados, tristes, fracassados, desanimados, derrotados da sorte, muitas vezes se reuniam junto de nós e junto de mim...
Através da oração, colaborei para que se lhes efetivasse o reerguimento.
Mas, no círculo de minhas atividades, a dúvida era como que um nevoeiro a entontecer-me o espírito e, pouco a pouco, deixei-me enredar nas malhas de velhos inimigos a me acenarem do pretérito — do pretérito que guarda sobre o nosso presente uma atuação demasiado poderosa para que lhe possamos entender, de pronto, a evidência...
E esses adversários sutilmente me impuseram à lembrança o passado que se desenovelou, dentro de mim, fustigando-me os germes de boa-vontade e fé, assim como a ventania forte castiga a erva tenra.
Enquanto a vida foi árdua, sob provações aflitivas, o trabalho era meu refúgio. No entanto, à medida que o tempo funcionava como calmante celeste sobre as minhas feridas, adoçando-me as penas, o repouso conquistado como que se infiltrou em minha vida por venenoso anestésico, através do qual as forças perturbadoras me alcançaram o mundo íntimo.
E, desse modo, a idéia da autodestruição avassalou-me o pensamento.
Relutei muito, até que, em dado instante, minha fraqueza transformou-se em derrota.
Dizer o que foi o suicídio para um aprendiz da fé que abraçamos, ou relacionar o tormento de um espírito consciente da própria responsabilidade é tarefa que escapa aos meus recursos.
Sei somente que, desprezando o meu corpo de carne, senti-me sozinho e desventurado.
Perambulei nas sombras de mim mesmo, qual se estivera amarrado a madeiro de fogo, lambido pelas chamas do remorso.
Após muito tempo de agoniada contrição, percebi que o alívio celeste me visitava.
Senti-me mais sereno, mais lúcido...
Desde então, porém, estou na condição daquele rico da parábola evangélica, porque muitos dos encarnados e desencarnados que recebiam junto de mim as migalhas que nos sobravam à mesa surgem agora, ante a minha visão, vitoriosos e felizes, enquanto me sinto queimar na labareda invisível do arrependimento, ouvindo a própria consciência a execrar-me, gritando:
— Resigna-te ao sofrimento expiatório! Quando te regalavas no banquete da luz, os lázaros da sombra, hoje triunfantes, apenas conheceram amarguras e lágrimas!...
Imponho-me, assim, o dever de clamar a todos os companheiros quanto aos impositivos do serviço constante.
A ação infatigável no bem é semelhante à luz do Sol, a refletir-se no espelho de nossa mente e a projetar-se de nós sobre a estrada alheia. Contudo, no descanso além do necessário, nossa vida interior passa a retratar as imagens obscuras de nossas existências passadas, de que se aproveitam antigos desafetos, arruinando-nos os propósitos de regeneração.
Comunicando-me convosco, associo-me às vossas preces.
Sou o vosso Irmão Lima, companheiro de jornada, médium que, por vários anos, guardou nas mãos o archote da verdade, sem saber iluminar a si próprio.
Creio que um mendigo ulcerado e faminto à vossa porta não vos inspiraria maior compaixão.
Cortei o fio de minha responsabilidade...
Amigos generosos estendem-me aqui os braços, no entanto, vejo-me na posição do sentenciado que condena a si mesmo, porqüanto a minha consciência não consegue perdoar-se.
Sinto-me intimado ao retorno...
A experiência carnal compele-me à volta.
Antes, porém, da provação necessária, visito, quanto possível, os ambientes familiares de nossa fé, buscando mostrar aos irmãos espiritistas que a nossa mesa de fraternidade e oração simboliza o altar do amor universal de Jesus-Cristo.
Temos conosco aquele cenáculo simples, em que o Senhor se reuniu aos companheiros de sublime apostolado...
De todas as religiões, o Espiritismo é a mais bela, por facultar-nos a prece pura e livre, em torno desse lenho sagrado, como sacerdotes de nós mesmos, à procura da inspiração divina que jamais é negada aos corações humildes, que aceitam a dor e a luta por elementos básicos da própria redenção.
Estou suplicando ao Senhor me conceda, oportuna-mente, a graça de reencarnar-me num bordel. Isso por haver desdenhado o lar que era meu templo...
Indispensável que eu sofra, para redimir-me, diante de mim mesmo.
Não mereço agora o sorriso e os braços abertos de nossos benfeitores, perante o libelo de meu próprio juízo.
Cabia-me aproveitar o tesouro da amizade, enquanto o dia era claro e quando o corpo carnal — enxada divina — estava jungido à minha existência como instrumento capaz de operar-me a renovação.
Ah! meus amigos, que as minhas lágrimas a todos sirvam de exemplo!...
Sou o trabalhador que abandonou o campo antes da hora justa...
O tormento da deserção dói muito mais que o martírio da derrota.
Devo regressar...
Reentrarei pela porta da angústia.
Serei enjeitado, porque enjeitei..
Serei desprezado, por haver desprezado sem consideração...
E, mais tarde, encadear-me-ei, de novo, aos velhos adversários.
Sem a forja da tentação, não chegaremos ao reajuste.
Rogo, pois, a Deus para que o trabalho não se afaste de minhas mãos e para que a aflição não me abandone... Que a carência de tudo seja socorro espiritual em meu benefício e, se for necessário, que a lepra me cubra e proteja para que eu possa finalmente vencer.
Não me olvideis nas vibrações de amizade e que Jesus nos abençoe.
Extraído do Livro: Instruções Psicofônicas
Psicografado por Francisco Cândido Xavier - Espírito LimaALMAS SOFREDORAS
Na noite de 2 de agosto de 1956,
tivemos a alegria de ouvir pela primeira vez em nosso recinto o
Espírito Casimiro Cunha, o notável poeta fluminense , que se
manifestou através das suas rimas, repletas de simplicidade e
beleza, para encantamento e edificação de nossas almas.
Meus
amigos, no serviço
De
prece e doutrinação,
Cada
Espírito que sofre
É
a bênção de uma lição.
Ouvindo
os desencarnados
Em
lutas de consciência,
Permaneceis
navegando
Nas
águas da advertência.
Tantos
náufragos em treva,
Sem
clarão que os reconforte,
São
apelos da verdade,
Gritando
no mar da morte.
O
malfeitor que aparece
No
tormento que o redime,
Bramindo,
desarvorado,
É
mensagem contra o crime.
Paranóicos
revoltados,
Em
vozerio e barulho,
São
avisos dolorosos
Contra
os flagelos do orgulho.
Apaixonados
que clamam,
Entre
a demência e o furor,
Revelam
a delinqüência
Que
se rotula de amor.
Sovinas
desesperados,
Sob
o tacão da secura,
São
vivas lições na estrada
Contra
os perigos da usura.
Suicidas
em desalento,
Que
a dor pavorosa espia,
Demonstram
à sociedade
Os
monstros da rebeldia.
As
mentes em vício e ódio,
Sob
lama deletéria,
Mostram
em toda a extensão
A
ignorância e a miséria.
Tiranos
paralisados,
No
suplício da aflição,
Indicam
que há fogo e cinza
Nos
tormentos da ambição.
Espíritos
que perseguem
A
carne enferma e insegura
São
tristes apontamentos
De
vampirismo e loucura.
Obsessores
que bradam
Em
sofrimentos atrozes
Ensinam
que, além do corpo,
Há
chagas e psicoses.
Meus
irmãos, não olvideis,
No
campo do aprendizado,
Que,
acendendo a luz no Além,
Quem
doutrina é doutrinado.
Extraído do livro: Vozes do Grande Além
Psicografado por Francisco Cândido Xavier - Espírito Casimiro Cunha
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
DOENÇA E CURA
Filhos, toda doença tem a sua origem nas imperfeições do espírito, que
reflete sobre as células que lhe constituem o corpo material os desajustes da
consciência.
A doença, quando se exterioriza, se revela e pede tratamento.
Infelizmente, no entanto, o homem tem oferecido aos seus males físicos, que
são, em essência, males espirituais, remédios que agem perifericamente, ou
seja, que não atuam no âmago da questão.
Os distúrbios psicológicos do ser, fruto do seu estado de desarmonia
com a Lei, provocando-lhe sensações de sofrimento orgânico, tornam
evidentes as necessidades que se lhe radicam n'alma. O que é subjetivo faz-se
concreto para que se lhe corrijam as distorções.
Embora realizasse e realize curas no corpo perecível, sujeito às
incessantes transformações da matéria, Jesus se corporificou no mundo para
empreender a cura das almas, que não se efetivará sem o concurso dos
enfermos que a desejem.
A falta de perdão, o ódio, a revolta, a descrença, o ressentimento e toda
a variada gama de sentimentos corrompidos engendram causas profundas nas
dores que a Medicina estuda e cataloga, sem, no entanto, dar-lhes combate
eficaz.
Filhos, a harmonização do vosso mundo íntimo vitaliza as células em
desgaste e suprime as conseqüências mais drásticas do carma, a se expressarem
tantas vezes nas patologias que vos limitam a ação.
Pautai-vos por uma conduta cristã e, embora mais tarde não vos eviteis
de facear a morte, convivereis com a dor sem as agravantes do desespero.
A longevidade que o homem pretende no corpo material será uma
conquista do espírito e não meramente da Ciência, no campo das prevenções.
Elevai o vosso padrão mental e educai os vossos sentimentos, atraindo
para vós as forças positivas da Criação como quem sabe escolher para si o ar
que respira.
Não olvideis que, basicamente, toda cura depende da movimentação da
vontade do próprio enfermo, sem cujo concurso determinante ela não ocorrerá.
Livro: A coragem da fé
Carlos A. Baccelli - Espírito Bezerra de Menezes
reflete sobre as células que lhe constituem o corpo material os desajustes da
consciência.
A doença, quando se exterioriza, se revela e pede tratamento.
Infelizmente, no entanto, o homem tem oferecido aos seus males físicos, que
são, em essência, males espirituais, remédios que agem perifericamente, ou
seja, que não atuam no âmago da questão.
Os distúrbios psicológicos do ser, fruto do seu estado de desarmonia
com a Lei, provocando-lhe sensações de sofrimento orgânico, tornam
evidentes as necessidades que se lhe radicam n'alma. O que é subjetivo faz-se
concreto para que se lhe corrijam as distorções.
Embora realizasse e realize curas no corpo perecível, sujeito às
incessantes transformações da matéria, Jesus se corporificou no mundo para
empreender a cura das almas, que não se efetivará sem o concurso dos
enfermos que a desejem.
A falta de perdão, o ódio, a revolta, a descrença, o ressentimento e toda
a variada gama de sentimentos corrompidos engendram causas profundas nas
dores que a Medicina estuda e cataloga, sem, no entanto, dar-lhes combate
eficaz.
Filhos, a harmonização do vosso mundo íntimo vitaliza as células em
desgaste e suprime as conseqüências mais drásticas do carma, a se expressarem
tantas vezes nas patologias que vos limitam a ação.
Pautai-vos por uma conduta cristã e, embora mais tarde não vos eviteis
de facear a morte, convivereis com a dor sem as agravantes do desespero.
A longevidade que o homem pretende no corpo material será uma
conquista do espírito e não meramente da Ciência, no campo das prevenções.
Elevai o vosso padrão mental e educai os vossos sentimentos, atraindo
para vós as forças positivas da Criação como quem sabe escolher para si o ar
que respira.
Não olvideis que, basicamente, toda cura depende da movimentação da
vontade do próprio enfermo, sem cujo concurso determinante ela não ocorrerá.
Livro: A coragem da fé
Carlos A. Baccelli - Espírito Bezerra de Menezes
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